O rei do pop que faleceu já faz um tempinho poderia também ter ganho em vida outro título como sendo o rei dos geeks. Isso mesmo, Michael Jackson era geek você não entendeu errado e geek de verdade que isso fique bem claro. Para provar que isso é verdade vou listar 10 motivos que com certeza fará você acreditar.
10. Ele usava uma luva branca de lantejoula igual a que foi usada no filme Senhor dos Anéis. Tudo bem a luva usada principalmente no clipe Billie Jean é bem mais antiga que a do filme, mas o curioso é existe um site dedicado a isolar a luva em todos os mais 10.000 quadros do clipe mundialmente conhecido.
9. Ele foi o Capitão EO um musical da Disney produzido por George Lucas e dirigido por Francis Ford Coppola e que até hoje é o filme mais caro por minuto de filme. O filme conta com grandes efeitos visuais desenvolvido pela LucasFilm.
8. Registrou a patente de um sapato anti-gravidade. O sapato permitia que a pessoa que o usa-se se inclinasse para frente dando a sensação de ir contra a lei da gravidade.
7. Ele está no livro de recordes Guinness Book. Tudo bem, muitos vão perguntar o que pelo fato de estar no Guinness Book o faz ser um geek? A resposta é simples; colecionar os maiores recordes que um músico ou artista poderia ter, nada é tão gratificante como alimentar o próprio ego.
6. Tinha um mega fliperama em casa e melhor colecionava personagens em tamanho real dos filmes Star Wars, Batman e até Power Rangers e que estavam avaliado em aproximadamente R$ 40 milhões.
5. Ele queria construir um robô. Não um robô qualquer, mas um robô gigante de 10 metros à sua imagem.
4. Gostava de videogames. Gostar de videogame não quer dizer nada, mas ele gostava tanto que até teve seu próprio jogo. Lembra do Moonwalker? E ainda teve participação em outros dois jogos.
3. Gastou nada mais nada menos que 7 milhões de doletas para fazer a fantasia do filme Moonwalker que mais tarde viria se tornar um jogo como mencionado acima e sendo um dos jogos mais vendidos da história.
2. Ele era um colecionador como qualquer geek, só que ele colecionava desde animais até itens raros de filmes como os do filme Star Wars que mencionei acima.
1. Fez Thriller que com certeza é uma das maiores musicas da história. Vale salientar que no clipe ele faz papel de um zumbi certo? Só que isso não era o bastante pra ele, por isso no clipe ele faz o papel de um lobisomem zumbi. Nada mais geek que isso.
Depois de tudo isso será que haverá alguém que dirá que o Michael Jackson não era geek?
Michael Jackson era um dos nossos !
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Os 10 melhores carros para geeks viciados em eletrônica embarcada .
Você vai comprar seu próximo carro. Mas você não é o Zé Mané, para o qual o carro é apenas um meio de transporte. E também não é um doido, para o qual um décimo de segundo faz diferença. Você é um geek. Doido. Você até mesmo talvez tenha um blog sobre notícias automotivas. Ops…. Você é um technogeek.
A revista PC Magazine, uma das maiores bíblia do assunto, fez um ranking pra você, olha só, são os dez melhores carros, com mais tecnologia embarcada. Seguem eles, em ordem alfabética:
A revista PC Magazine, uma das maiores bíblia do assunto, fez um ranking pra você, olha só, são os dez melhores carros, com mais tecnologia embarcada. Seguem eles, em ordem alfabética:
- Acura RL
- Acura TL
- Audi A6 4.2
- BMW 3 Series
- Buick Terraza
- Cadillac STS
- Honda Civic Hybrid
- Infiniti M45 (pictured)
- Mercedes-Benz S550
- Toyota Prius
Free Software Foundation lança campanha contra o Windows 7
“Sete pecados do Windows 7” visa expor “verdades” sobre o sistema e a empresa que o criou
Com a proximidade do lançamento do Windows 7, a Free Software Foundation colocou no ar a campanha Windows 7 Sins (um trocadilho entre a versão do programa e os sete pecados capitais, que pode ser traduzido como “Os sete pecados do Windows 7”). Apesar do nome a iniciativa não critica o sistema operacional em si, e na verdade é um ataque às práticas de sua criadora, a Microsoft.
A empresa é acusada de prejudicar iniciativas educacionais em nome dos lucros, adotar e promover o uso de DRM, prejudicar a segurança de milhares de computadores ao redor do mundo através de falhas em seu software, práticas de mercado monopolistas, negligência na adoção e disseminação de padrões, “lock in” (projetar produtos e serviços de forma que os usuários fiquem presos a eles) e invasão de privacidade.
A idéia não é nova, a FSF já tentou algo parecido alguns anos atrás no lançamento do Windows Vista com o site BadVista. Além do novo site, a organização enviou uma carta à 499 das 500 maiores empresas do mundo (a exceção foi a propria Microsoft), na qual tenta pregar seu ponto de vista junto aos formadores de opinião.
Rafael Rigues, editor do canal de tecnologia do iG e ex-editor de revistas de software livre, não se sentiu especialmente tocado: “Infelizmente, a campanha comete o mesmo erro clássico da FSF de vender apenas ideologia e liberdade. Em todo o site, apenas um parágrafo é destinado ao Software Livre, e ainda assim usando a velha máxima de ‘você pode modificar o código!’, que usualmente não faz sentido para o usuário comum, nem para as empresas como as que são alvo da campanha. Do contrário, a campanha deveria informar o que vão ganhar com Software Livre, em termos práticos”.
Segundo Rigues, seria mais adequado, por exemplo, contrapor cada “pecado” do Windows 7 com uma virtude. “Um argumento mais eficaz seria, por exemplo, ‘O Windows é inseguro, e o Software Livre é X % mais seguro que o Windows, de acordo com estudos da consultoria Y. Isso pode gerar uma economia em custos de TI de Z mil dólares ao longo de um ano em uma empresa com 20 funcionários’, ou algo parecido”.
No site oficial da campanha (windows7sins.org) os interessados encontram a lista de pecados, a carta envida às empresas, pôsteres e banners para adicionar a seus sites. A FSF também coleta doações em prol da causa: cada doação de US$ 25 resulta em 50 novas cartas enviadas a empresas norte-americanas, e US$ 100 resultam em 200 cartas.
Com a proximidade do lançamento do Windows 7, a Free Software Foundation colocou no ar a campanha Windows 7 Sins (um trocadilho entre a versão do programa e os sete pecados capitais, que pode ser traduzido como “Os sete pecados do Windows 7”). Apesar do nome a iniciativa não critica o sistema operacional em si, e na verdade é um ataque às práticas de sua criadora, a Microsoft.
A empresa é acusada de prejudicar iniciativas educacionais em nome dos lucros, adotar e promover o uso de DRM, prejudicar a segurança de milhares de computadores ao redor do mundo através de falhas em seu software, práticas de mercado monopolistas, negligência na adoção e disseminação de padrões, “lock in” (projetar produtos e serviços de forma que os usuários fiquem presos a eles) e invasão de privacidade.
A idéia não é nova, a FSF já tentou algo parecido alguns anos atrás no lançamento do Windows Vista com o site BadVista. Além do novo site, a organização enviou uma carta à 499 das 500 maiores empresas do mundo (a exceção foi a propria Microsoft), na qual tenta pregar seu ponto de vista junto aos formadores de opinião.
Rafael Rigues, editor do canal de tecnologia do iG e ex-editor de revistas de software livre, não se sentiu especialmente tocado: “Infelizmente, a campanha comete o mesmo erro clássico da FSF de vender apenas ideologia e liberdade. Em todo o site, apenas um parágrafo é destinado ao Software Livre, e ainda assim usando a velha máxima de ‘você pode modificar o código!’, que usualmente não faz sentido para o usuário comum, nem para as empresas como as que são alvo da campanha. Do contrário, a campanha deveria informar o que vão ganhar com Software Livre, em termos práticos”.
Segundo Rigues, seria mais adequado, por exemplo, contrapor cada “pecado” do Windows 7 com uma virtude. “Um argumento mais eficaz seria, por exemplo, ‘O Windows é inseguro, e o Software Livre é X % mais seguro que o Windows, de acordo com estudos da consultoria Y. Isso pode gerar uma economia em custos de TI de Z mil dólares ao longo de um ano em uma empresa com 20 funcionários’, ou algo parecido”.
No site oficial da campanha (windows7sins.org) os interessados encontram a lista de pecados, a carta envida às empresas, pôsteres e banners para adicionar a seus sites. A FSF também coleta doações em prol da causa: cada doação de US$ 25 resulta em 50 novas cartas enviadas a empresas norte-americanas, e US$ 100 resultam em 200 cartas.
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